Friday, September 08, 2006

A candle of sizzling problems


My hands turn over a candle of sizzling problems; I perpetrated a commentary of stars moisture in a trenched heart. It seems I’m trapped again in the evening, looking for a new mental-fine-menu. Sometimes I just want to sit and wait for the story supper.
Shuffle trough memories I search what is misfortune. I scout and scout once again, my poems trough storms of inner torments. It seems I’m a prey haunted for a draft of greater creation.
Hate and betrayal – I want to trample them under my foot.
Princesses, fortresses and exiles are the standards of my illusion tales.I search a way to hold the road to command my attention, from the twilight zone sack of broken tears, from the real civilization and from all we perceive.
IMAGE INFORATION - Janpanese animation ''Howl's Moving Castle''

Friday, August 18, 2006

Pavlovian slaves of high caloric TV ignorance

Holy Man jumps the grounded fire, while the drum impels the ring smoke into the night skyline. Limerick ignorance is what the new generation shouts to the cracked walls, callous by their rocks of hatred. Listen the frames of indecision and frosted reasoning stupidity. Stiletto attitudes of a poetic incision within the voice. Graffiti disciples with aerosol Cross parading in a fashionable road of unreachable success. Pavlovian slaves of high caloric TV ignorance.

Tuesday, July 04, 2006

Perhaps in special occasions...


Down in the deepest secrets of your shadows, I see the torch of the priest has she holds the knowledge, your heart is in my hands now for your profit. I shiver in the corner of the gloom, and everything you think I will hear. I’ll be the devil behind your tail, and like a bomb I will bring light. Carefully unsuspected, perhaps in special occasions I will accept Visa.
Image information: The Flaming Spirits of the Evil Counsellors - Dante's Inferno by Gustave Dore, 1861.

A mudança e o progressista...

Enquanto a mudança e o pensamento progressista, continuar a ser visto como um desvio educativo, uma rebeldia, ou como um simples cliché de afirmação social, continuaremos imutáveis, acorrentados ao mesmo círculo vicioso que odiamos, mas que sustentamos com medos, mitos e lendas.
Nadamos numa sociedade de má critica, a coisa fútil, o atirar para o ar palavras de ordem e revolta que são largadas no chão, partindo-se como porcelana quando o indivíduo fica com as costas frias. Quase como um sindroma canino, ladra-se e ataca-se quando há muitos, mas baixa-se as orelhas e olha-se para o chão quando se fica sozinho.
Mas o melhor deste filme de baixo orçamento de muito mau gosto, é que quando os actores da peça estão do outro lado do ecrã, riem-se e “mandam vir” com as atitudes que comem à mesa com eles.
Talvez isto tudo seja um produto da minha imaginação, da minha má educação, ou talvez eu faça isto porque talvez sofro de algum défice de atenção e preciso de me afirmar. Não sei…pode ser, quem sabe?

Sunday, June 04, 2006

Um dia destes...

Um dia destes senti-me triste, algo me incomodava, alguma coisa não me permitia saborear a brisa que me batia na cara, senti-me insensível e apático. Tive que lhe dar atenção e entender o que se passava. No entanto, foi uma tentativa fútil, a única coisa que ganhei foi uma cãibra, por andar sempre de semblante carregado. Bem…não foi tão fútil assim, descobri que me falta algo que me deprime de uma forma acutilante, mas que não tem formato. É um nó que anda sempre apertado e não fica frouxo, ocupando grande parte do estômago e do coração, tirando a fome e impedindo de sentir. O remoer do sentimento e a falta de pistas para encontrar o caminho da felicidade, deixa-me absorto, perdido, pensativo. Não faço mais nada do que redigir sem conta, o monólogo entre mim e eu.

Thursday, May 04, 2006

Will

I was sitting where the wind blows the mountain, just laying there watching something out of range, out of sense.
The perfect place, to purge my lies from their cold heavy shell.
I open my arms, with the wind in my face, pretending I’m free to play all the strings, but soon my will is gone. I will rise my hands up in the air, until the sun burns out my determination.
I will scream my lungs out, until I feel the space left by my voice.
I will hold every single punch and pushes, until Time grows tire.
I will not sleep, until I found my way out, I will take a rest when I die.
I will keep my mind focus, and I won’t change direction.
I will build my armour with my own sweat and tears.
I will go trough indifference until I grow immune.

Friday, April 21, 2006

Um ano. A year

Um ano passou.
One year has passed.
Obrigado a todos pelas visitas.
Thank you all for the visits.

Tuesday, April 11, 2006

Round


Trough the new round, passing all the lines
decay is the virtue in my soul
were a sentimental hole is obsolete.
My thoughts needs algebraic translation
a 7 dimension twilight zone,
were I still search in reverse-write books.

Trough a round, erasing all the lines,
a waitress dreams about the door to fly away.
A music is playing out of tone,
out of luck, out of charm
the simple night in the city rejection bucket
only causing a lost direction.

What is the matter
with the heart open, heart broken?
To much time thinking alone
searching the kiss of live.

Resurrection, the promise
the grave, the changing dress room of life.

The marquee promise:
"use the dream, hold the dream"
To Hell the dream!
No more!

Exposing sad histories in a world in extinction.
Looking for the velvet dream from a polaroid time machine

The fool men memorise the numbers,
and the prince is keeping is Cinderella’s slippers.
Would you leave a palace full of dream of treachery tales?
A life made of best sale tales

Maybe this was a situation of thrill and chase.
Maybe this history will be always beyond my reach,and my heart was playing fool.

Monday, April 10, 2006

..: in my own :..


I see super man tales in the lips of a poor.
I see children with nicotine tears in dead aleys.
Silver rings of smoke rise in the air, naked of understanding long nights in my own world,
safe in my own world,
learning from my own world

Saturday, March 04, 2006

...

Atiramos flechas de curiosidade a constelações à procura de conforto. Formas de camuflar a insolência que nos desarruma a casa e levar a mente para bem longe. Fugir ao som telegráfico do coração que nos deixa mensagens incompletas de afeição e nos mantém em défice de paixão.
Gritamos em publico mensagens de paz e união, tentando marcar e não levantar desconfianças. Mas em cada cara, em cada olhar, procuramos sinais de entendimento, traços de consciência comum e uma prometida residência. Mas os saltos são quase sempre cegos e o erro é-nos cobrado numa cama de arame farpado. É uma corrida à torre do relógio.

Prometemos e sorrimos, vedemos a cara como papel de cartaz, mas continuamos a colocar asteriscos e subterfúgios nos direitos humanos. As boas mentiras, pretendem ser pedaços bajuladores encantos de incontáveis rimas.
Temos que parar e ouvir, ou virá confrontar-nos quando quisermos falar.

Tuesday, February 21, 2006

Parvónia


A parvónia é pior que o ranho.
Não se pode assoar, engolir ou limpar à camisola.
Entope o cérebro como a cera no ouvido.
Cega como o pó do vento.
E impede-nos de coçar o cu quando pensamos.

Querer sem poder

Cada dia que passa vejo que a palavra Justiça é cada vez mais um cliché verbal, que se utiliza como perfume social para embriagar a ébria plebe.
Ver alguém que sabe, antecipadamente que vai cair dentro de um poço e ninguém lhe ata uma corda à cintura, perturbar-me.
Assemelha-se ao sentir uma corda no pescoço, ter a liberdade na boca e terem os nossos lábios encerrados num punho de ódio…sentir-se impotente…a impotência…Talvez o pior sentimento que queremos ter a martelar na cabeça.
O querer sem poder. Sem poder fazer nada…nada.
Imagem: "Sano"

Friday, January 06, 2006

DeviLiabo

Ontem vi o diabo do Diabo. No momento em que decidiu atrapalhar-me os pensamentos com ideologias mediavalistas de um medo inquisicional, encontrava-me eu em barbaras batalhas com a minha colcha. Foi falta de oportunismo por parte dele, fiquei um pouco fulo, visto que ainda não tinha levantado voo no meu sonambulismo mediático. Apanhou-me no momento ainda vivo. Mal educadamente, encerrei-me dentro do vale dos lençóis, ainda acreditando na ideia infantil enraizada na minha mente, que os lençóis me protegem do mundo frio e escuro exterior.
Ele estava um pouco gordo. Aqueles dentinhos fininhos e numerosos devem-lhe dar trabalho, mas encontravam-se assustadores quando preenchiam aquele sorriso sem nexo. A cara branca era sustentada pelo seu colarinho vermelho do seu fato negro. Foi a ultima imagem que fiquei dele. Já bastava andar a ver os seus súbditos a passear impunemente à frente dos meus olhos segundos antes de acender as luzes.
Estas ideologias sem nexo, a flutuarem na nossa mente como sardinhas mortas e pestilentas no mar negro, têm que se organizar. Já basta sonhar e ter pesadelos sem autorização prévia do encarregado da obra mental. Quem despoleta isto? No outro dia pensei em culpar, esse tal de Froid ou Freud, mas descobri que faleceu sem autorização, e fiquei automaticamente sem bode expiatório.

Monday, November 28, 2005

We can´t forget it. That's enough





“I was bruised and battered
And I couldn't tell what I felt
I was unrecognizable to myself
Saw my reflection in a window
I didn't know my own face

Oh brother are you gonna leave me wasting away (…)”

“(…)I walked the avenue till my legs felt like stone
I heard the voices of friends vanished and gone
At night I could hear the blood in my veins
Just as black and whispering as the rain (…)”

“(…)Ain't no angel gonna greet me
It's just you and I my friend
And my clothes don't fit me no more
I walked a thousand miles just to slip this skin

The night has fallen, I'm lyin' awake
I can feel myself fading away
So receive me brother with your faithless kiss
Or will we leave each other alone like this

On the streets of Philadelphia”
From: " Streets Of Philadelphia" - Bruce Springsteen

Saturday, November 26, 2005

Como é bom estudar em Portugal...



Enquanto se continuar a preferir investir naqueles que já estão num nivel mais estável, a plebe continuará a enterrar as unhas na terra à espera de conseguir alguma migalha que caia da mesa. Quando se grita: "QUERO CONTINUAR A ESTUDAR!!!!" e não há nem sequer uma ajuda para propinas e posteriormente se vê "esses" senhores que pedem para continuarmos. Continuar o que? Penso que não é o sonho, nem cliché de ninguém levar uma vida de exilidado do país, da familia noutro pais à espera do momento. Mais um numero que necessita de orientação para um projecto de vida. Mas uma pessoa integral e necessária quando a cadeira do poder está prestes a ficar fria.
Às vezes dá vontade de mandar o sonho à Merda.

Thursday, November 24, 2005

O momento o dirá...

Aqui estou novamente e desta vez regateio a minha liberdade. Pergunto-me o que me mantêm em baixo. Atiro um assobio baixo e sopro-o contra o vento e escuto atentamente o som. O meu coração bate descompassadamente, e mantenho-me de olhos fechados a sentir o sentimento sentido no passado que me acompanha e que invade como uma memória. Adormeço debaixo da sombra do arco-íris, enquanto o sol aquece o chão dos meus sonhos. Desperto com os dedos da brisa emaranhados no meu cabelo, os pássaros voam com um sorriso de oiro e segredam para guardar os sonhos nos olhos para o momento certo. Segue o teu caminho! Podes chama-lo num dia de solidão. O momento o dirá…

Thursday, November 10, 2005

Loucuras devaneios e assédios sociais a partículas telúricas livres

Tentei calar aquilo que não acontece, mas esta paródia maldita entope a visão do lá e impede a luz de entrar.
Cavaleiro andante, perdido pela floresta de trigo, perigosamente exposta á ceifa dos tempos. O vislumbre da clareira dos suspiros, encontra-se num cabo das tormentas que teima em não ser dobrado.
Perco de vez em vez a fome dos sentidos, uma apatia deixa-me um resíduo de mim próprio num caminho, propício ao tropeção. As poças rasas à vista, são mares insondáveis, regidos por uma lei “Murphyana”, na qual quem entra, terá que dar muitas voltas na merda, até que possa sair do tambor de centrifugação.
O olhar, perde-se através da janela do dia, vive-se dentro de uma extensa claustrofobia de ideias esgotadas pelo tempo, optimizadas por um verdadeiro colóquio de leituras ambíguas que se amontoam num saco com fundo roto.
O melhor…bem, isso terá de ficar para outros tempos. Todos sabemos que é cientificamente impossível viver em dois mundos paralelos…por agora…

Friday, November 04, 2005

Alguém...


Flores, cores, casas no fundo do arco-íris, caramelos e brinquedos que fazem companhia nos sonhos. Um mundo dos Deuses, mesmo desconhecendo o significado da palavra. Até no Inverno o sol brilha quando se quer e as poças de água são mares habitados por monstros particulares que se criam diariamente, com os novos influxos de experiências. O sorriso encontra-se constantemente colado na face.

A chuva cai e o sol vira costas, sós na infinita rua o mundo deixa-nos com tudo nas mãos. Mudança de hábitos e conversas frias de desdenho…nunca ninguém falou deste mundo. As cores habituais que inundavam as manhãs parecem retalhos de uma vida anterior guardada num sonho de cristal prestes a cair.
A vida deixa de ser feita através da troca de caramelos e sorrisos, o veneno dourado toma lugar em todas as conversas, envenena os sonhos e enraíza as pernas da ilusão.

Uma família e a felicidade compra-se com suor que é roubado à alma. Pouco tempo no novo lar, muito labor e sol só na televisão. A lua é a nova luz diária. A meia idade traz dificuldade nos sorrisos e abraços curtos e presos. Mau sexo e os problemas fundem no interior porque a barreira da comunicação calcificou com a indiferença.

A palavra “amigo” ganha outro significado e não a damos sem ter todas as cópias do contrato alheio. O engano faz-se dentro de casa debaixo de sonhos outrora moldados. Os filhos comportam-se como transeuntes no meio de uma rua movimentada, o tempo roubou a educação e a cumplicidade que se deveria ter fomentado.

Um novo dia e a casa encontra-se vazia, a despedida foi completa, sozinho sentado a olhar para o vazio da noite e a contar as rugas no reflexo do vidro das molduras de outras vidas. A bebida é o novo cúmplice e os objectos ganham vida. Pensa-se no que os filhos estarão a fazer e se tomam melhores decisões. Estas recordações fazem as já esquecidas lágrimas rolar sobre as caras sorridentes imortalizadas em papel celulóide.

No fim do caminho e sós, passam várias eternidades sem se articular um som consciente, vive-se numa casa de choro sem ninguém para limpar as lágrimas e sem abraços para aquecer o coração.

Tarde demais pedimos: “Por alguém! Quero a minha família e a vida de volta!

Saturday, October 15, 2005

Causas sublimes de remissão e golpes


A remissão de pena foi atirada ao chão, o indulto foi desfeito por um transeunte de apatia sem retorno. A absolvição pediu-se sem se chegar a uma conclusão.
A morte do Pensador condenado para toda a eternidade.
A música doce de má índole, o sibilare serpentês mascarado por um trunfo desconhecido, foi o tapete de Aladino para o Monte Olimpo.
Mas a ardilosa musica composta pelo pérfido bifurcado e polida pelo oiro de viajantes falecidos pelo curvar do desassossego, foi calada tarde demais pelos pôr dos Sóis.
A obra majestosa foi erguida e nada a fez ruir antes do tempo contratado. As peças fizeram todas as jogadas e nada caiu do tabuleiro antes da nódoa se notar. Após vários passos de contestação e redenções de testemunhos à muito mumificados pelo pó da indiferença, fez-se a primeira e ultima luz da alta esfera celeste que incidiu nos confins do dominio tellure. O suplício inquisicional tornou-se a casa mal amada. Um diário escrito por uma pena demasiado afiada lacera o livro que demora demasiado tempo a cicatrizar.
A consequência fica a arder dentro do fogo interior oculto por uma máscara indiferente, mas relutante, pertinaz e renitente em ficar eternamente esquecido na casa do rancor.
Vive-se à espera da acção que há-de realizar-se...
Humano: Próprio do homem; Relativo ao homem; Bondoso; Benigno; Compassivo.
Compaixão: Pena; Piedade; Lástima; Comiseração; Dor perante o mal alheio.
Empatia: Capacidade psicológica para se identificar com o Eu de outro, conseguindo sentir o mesmo que este nas situações e circunstâncias por esse outro vivenciadas.
Image from Marillion albun "Brave"

Tuesday, September 13, 2005

Redemption for a clear conscient...


I'll refuse to see lives shattered
when I have the power and strengh
to get the copy of the keys of solutions and normative.
Pettiness, parsimoniousness and small-mindedness foes, must end now.
I'm not looking for absolution,
just see what i see,
but try to not stumble
in my everyday stairs.
Image from the Enki Bilal movie: "Immortel"